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Publicado por em mar 13, 2017 em Notícias, Poesias | 0 Comentários

Poesia – Agulha – psicólogo e psicanalista de Varginha

Poesia – Agulha – psicólogo e psicanalista de Varginha

Faz tempo que não publico letras em formas de versos. Não, que eles não sejam perenemente escritas. São arranjadas no papel, talvez lá encontrem um recanto linguageiro. Às vezes, a retirada desse lugar pode ser importante. Segue a poesia: ​ Agulha   Passa e atravessa Depressa e ligeira Abraça e aperta a estrangeira. A enlaça, descobre nela Um fio que é também feita.       Conheça outras poesias escritas pelo psicólogo e psicanalista de Varginha, Janilton no botão poesias....

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Publicado por em mar 8, 2014 em Poesias | 0 Comentários

MULHER SINGULAR

MULHER SINGULAR

  Janilton Gabriel de Souza 07 de março de 2014   Como dizer de uma mulher? São como doces em uma colher? Isso rima com a rima, Expressa pouco o que nos anima.   Descrever a mulher a partir da flor, É cantá-la em louvor. Isso diz de uma mulher: Flor como doce de colher.   É difícil rimar Quando se fica preso em encantar. Fácil é se enganar E acreditar que sem palavras ela pode passar.   É complicado ao homem escrever, Mas não descrever: Que “uma” não é pronome E que toda mulher tem seu nome.   Algumas se chamam Marias, Mas, não têm nada em iguarias. Podem ter os mesmos nomes, Mas, nunca um pronome… Um, indica pouco de seu nome.   Seu nome é único Mesmo que não haja um único. Talvez por isso dizer da mulher E lembrar do doce de colher.   O doce pode ser de tipo qualquer, Mas nenhum doce é igual na colher: Tem sabor e odor Que são próprios...

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Publicado por em dez 11, 2013 em Featured, Poesias | 5 comentários

UM TEMPO

UM TEMPO

Janilton Gabriel de Souza 26 de novembro de 2013   Há um tempo para tudo: Tempo de se surpreender, Tempo para contudo, Tempo para não se compreender.   Há um tempo de olhar para atrás Outro para seguir a diante, De se perder em um instante E forjar um novo sentido reconhecendo o que a vida traz.   Há um tempo que não se marca Que o relógio desmarca. Há um tempo forjado E jamais pensado.   Há um tempo… quem nunca se deu um tempo? Melhor do que aqueles que se dão um templo. O tempo é a medida a que se defina Atrás do relógio, relógio só o confina.    Confinamento em minutos Em triângulos e canudos. Confinamento na memória E, às vezes, nos momentos de glória.   O tempo é a relatividade De nossas mazelas e de nossa atividade. O tempo se dá em uma lógica Se forja e até parece mágica.   Ah… tempo quanto tempo tenho para dizer. Quanto tempo tenho para lhe conhecer?...

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Publicado por em out 24, 2013 em Featured, Poesias | 0 Comentários

RE-PETIÇÃO

RE-PETIÇÃO

      Janilton Gabriel de Souza 19 de outubro de 2013   Um dia você se questiona O por que de tantos por quês. Se pergunta quando a vida-morte te sugestiona: A sempre fazer sem ao menos saber o quê.   Há momentos que repetimos O ledo engano de cairmos. Repetimos as escolhas, Nos tornamos escravos de nossas bolhas.   A repetição não é uma conquista, Não a elimina com senso de otimista. Não… a repetição… É uma grande canção em nossa vida-ação.   Repetimos de novo e de novo, O problema quando ficamos entre a galinha e o ovo. Quem vem primeiro? Vem quem dá vida em palavras, seu cancioneiro.   Repetição é sentença colada em petição. Repetição é pedido de ação, Mas ela nos leva a perdição: Do desejo que em nós habita sem...

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Publicado por em out 16, 2013 em Poesias | 0 Comentários

DÊS-PERTAR

DÊS-PERTAR

     Janilton Gabriel de Souza A vida às vezes nos aperta. A ida, caminho que nos alerta. Há momentos de despertar E outros simplesmente de não mais acreditar.   Que misto é esse de alegria e tristeza?  Que misto é esse de queijo e presunto? O que é isso de se perder em seu próprio assunto? Nessas perdas o brilho de realeza.     O que brilha e o que se apaga? Gostaria de fazer poesia com respostas. Mas, o preço da escrita é assim que se paga. Não existem certezas, nem respostas definitivas, apenas apostas.   É estranho começar uma poesia, Sem se quer ser instigado pela sua própria azia. Estranho mesmo é teorizar o verso, Não admitir o nosso estranho reverso.   Há um tempo de se iludir, Um para se confundir. Um tempo para intuir,  Mas um para se construir.   Há versos patologicamente patológicos. Sim, esses versos são aqueles muito lógicos. De tanto assim ser, não admitem a novidade, A invenção sem intenção de...

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